sábado, 8 de outubro de 2011

Desculpa por não ser o que você imaginava.

Venho pedir desculpas.
Desculpas por não te completar como deveria.
Desculpas por não ter minhas mãos macias.
Desculpas por não te amar como deveria.

Venho pedir perdão.
Perdão pelo tanto mau que te causei.
Perdão pelos dias que te fiz chorar.
Perdão pelas horas que você gastou ao meu lado.

Mas também venho te suplicar.
Suplicar que não esqueça de nossos beijos.
Suplicar que não esqueça das nossas risadas
Suplicar que não esqueça dos meus poemas.
Suplicar que me ame para sempre, como sempre te amarei...

sábado, 20 de agosto de 2011

A opção está ai, mas a escolha é você quem faz.


Vamos para pra pensar? É, com você mesmo que estou falando! Está tudo certo? Está realmente tudo como você quer ou como deve ser? Se sente completo assim? Se não, faça por onde.
Acha que o mundo deve fazer tudo por você, acha que pode se esconder em sentimentos ilusórios, acha que deixando pra depois as coisas vão se resolver? Pule deste muro, se jogue neste abismo, corra riscos e faça o que tem que fazer. Nem que seja a última coisa da sua vida. Mas pelo menos será por algo que te trará orgulho.
ESTÁ ME ESCUTANDO? CONSEGUE ME COMPREENDER? SABE O QUE PODE ACONTECER OMITINDO DA SUA VIDA O QUE MAIS VALE NELA? CORAGEM! Não fique com medo de fazer o que pensa, não se arrependa depois por algo que não fez. Pode até se arrepender por algo que tenha feito, mas o pior é aquela sensação de que você poderia ter feito algo e não fez por medo ou preguiça ou sei lá, não importa.
A vida é uma, as oportunidades estão ai, agarre-as ou deixe-as partir. Lembre-se, agora você tem a opção e a escolha de mudar. Mais tarde você não terá mais o direito de escolher e essa opção vai se esvair e de mais nada te servirá.

 Este texto é destinado para mim, para você, para ela, para ele, para todos que já se omitiram por falta de coragem.

domingo, 24 de julho de 2011

Um Domingo entediado dos humanos.

Bom dia. Na verdade, ótimo dia. Gostaria de me apresentar, eu sou o Sol. Estou escrevendo aqui, pois não aguento mais todos falando mal de mim. Todos desrespeitando a minha existência e desmerecendo a minha importância. Sim, estou cansado de escutar da boca dos humanos que eu sou entediante, que eu sou chato e monótono. O que seria do final de semana se não fosse eu? Imagina sair no Sábado tendo que trabalhar no dia seguinte? E para os jovenzinhos que saem sábado à noite, suas noitadas são aos domingos, já perceberam? A maioria da diversão é na madrugada a partir da meia noite, sendo assim, no Domingo. O Sábado apenas inicia a sua noite, bemzinhos. O que seria de suas ressacas sem as minhas tardes para agüentá-las? Então, pensem bem antes de me julgar e me condenar. Gostaria de ver a vida de vocês sem mim. Ai sim seria um tédio. Agradeço pela atenção e espero que compreendam minha angustia. Obrigado.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Where, who, what is love?

People told me I should write a love text. People told me I could use more variation. But they don’t understand, I’m so lonely. I’ve been hurt so many times, I don’t have more patience.
But if all you don’t know, I wished for so long for someone. I’ve tried, every time. But I’m so tired of the game, I want to be somebody’s boy. Would you show me the way?
Please, turn on the radio and invite me to dance, show me what I have to do. Maybe I would find what love is. I never got love to give, I’ve got no more tears to cry. I need you, yes I need you to save me. Cause I’ve got nowhere left to run, you’re my only hope.
So, don’t hear me when I’m toasted, the hangover will wash it all. Only feel my heart and save me from this deep, from this dump.

sábado, 25 de junho de 2011

As diferentes verdades de um fato nada real.

As verdades são múltiplas, as verdades são dúbias, as verdades nem sempre são verdades. Mas cada um de nós possui uma. De fato, nós criamos a nossa verdade de acordo com nossas experiências e pontos de vistas. Elas são produzidas pelos nossos subconscientes, muita das vezes, nem percebidas por nós, simplesmente acreditadas de acordo com o que queremos. Mas será que a sua verdade é a verdade real?
Não existe tolo conceito, Nenhuma é mais certa ou mais errada que a outra. Pode até ser mais coerente ou confusa ao nosso ponto de vista e assim iremos criar o nosso próprio conceito de verdade sobre algum determinado fato. Já foi hora de pensarmos que algo está certo porque achamos que está. Isso vem do orgulho, vem do que queremos acreditar. O número de verdades sobre um fato é equivalente ao número de pessoas que sabem deste.
Existe também aquela verdade acreditada, que é formada por uma mentira, cujo contador gostaria tanto que fosse real que ele mesmo se ilude e engana sua própria consciência para tentar torná-la aceita. Você não tem como provar que não seja uma verdade suprema se não tem o poder de mexer com a consciência do outro. Caso isso aconteça podemos manipular para que a nossa verdade se torne a verdade mais coerente. E é ai que eu quero chegar.
Uma pessoa pode deixar de acreditar na sua verdade para seguir outra, que por persuasão se torna mais convincente. É quando sua consciência é afetada pela verdade do outro ou até por outra ideia que pode por diversos motivos surgir na sua mente. Estes manipuladores podem usar seus dons para o bem ou para o mal. Alguém que pode mudar uma verdade alheia, pode controlar até os atos e a moral destes.
Com isso a verdade se assemelha a um polvo com seus vários tentáculos que seriam as ramificações da verdade e em cada um deles suas inúmeras ventosas seriam cada ponto de vista de um determinado fato, todas flutuando pela imensidão do mar, pela imensidão da coincidência humana.

sábado, 21 de maio de 2011

Estão dizendo por ai e eu sentindo por aqui.

Em um dia frio, porém ensolarado, coberto por nuvens misteriosas; 21 de maio de 2011.

            Há boatos de que o mundo irá acabar hoje. Cálculos matemáticos, estatísticas e elucubrações, de um velho, o faz pensar que o dia do fim dos tempos é hoje. Meio cômico, improvável ou uma possibilidade, mas nada posso garantir.
Porém essa ideia me fez pensar no estado da minha vida atual, no que eu já fiz, no que estou fazendo, no que poderei ainda fazer. Parei pra pensar e reparei que se o mundo acabar hoje morrerei feliz.
Passei por momentos difíceis de incerteza, saudade e “incompletidão”. Errei, julguei, me libertei, me martirizei, errei de novo, julguei de novo, me libertei de novo, me martirizei mais uma vez e sinto que agora encontrei o meu bem estar. Sabe por quê? Porque consegui encontrar um meio termo, consegui equilibrar meus sentimentos e achar o meu real lugar.
E neste momento, posso dizer que tenho tudo o que preciso e que já me sinto completo. Mesmo que algo dê errado, ou que outras coisas dêem certo, eu estou bem.
Então, se hoje for realmente o fim do mundo irei feliz, irei completo. Mas, como não irá acabar, tenho muita coisa ainda na minha vida para fazer para que eu me torne ainda mais feliz, ainda mais completo. Eu estaria sendo mesquinho se dissesse que não preciso de mais nada na minha vida, o que eu quero dizer é que, agora, tudo que eu preciso está ao meu lado, tanto dentro de mim quanto na forma de outras pessoas ou até na forma de objetivos e desejos.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Realidade do terror e ficção do insignificante.

Um dia um amigo me confessou que fazia pouco tempo que ele ainda tinha certa fobia de espíritos, não dormia a noite quando falavam de assombração ou quando via filme de terror. Com isso ele me perguntou minhas fobias. Na mesma hora eu respondi: “tenho muitas fobias. Fobia de pessoas falsas, de pessoas lerdas. Morro de medo de ser assaltado, de que algo de ruim aconteça com a minha família. Tenho pavor da morte, mas não no sentido conotativo de algo maligno que venha me buscar, e sim, no sentido denotativo de perder alguém ou de que tudo acabe antes que eu atinja todos os meus objetivos.
Pra que ter medo de espíritos? Pra que ter medo de ilusões? Pra que ter medo do que não existe se vivemos em um mundo muito pior. Temos tantas coisas reais pra temer, pra que se preocupar com mais uma coisa que inclusive não é, de fato, concreto.
Claro, há pessoas que acreditam no mundo espiritual, não vou me opor a isso. Mas pense comigo: Olhe todos esses filmes ou programas relacionados a terror, você já viu acontecer alguma dessas coisas ou apenas ouviu boatos que isso aconteceu na vida real? Algum espírito já puxou sua perna? E reparem só, ficamos apenas com medo no dia em que vemos o filme, depois esquecemos, então pra que ter medo? Mas agora, todos os dias sinto medo de ser assaltado. Por quê? Porque é uma realidade. Quem aqui já foi assaltado ou conhece alguém que foi? Aposto que muitas pessoas concordaram comigo. Porém, mesmo com esse medo eu não me privo de nada, não vou deixar de sair na rua por medo de ser assaltado e assim vejo que isso não é uma fobia, apenas um temor.
Agora, como já disse no inicio, eu tenho fobia de pessoas. Pessoas falsas, manipuladoras, invejosas e prepotentes. Elas sim me provocam extrema ânsia. Não suporto ficar nem um minuto com alguém desse tipo. Me sinto incomodado, angustiado, irritado, querendo sair dali de qualquer modo. Tenho fobia e medo de coisas reais, do que acontece constantemente no nosso mundo. O que já é muita coisa para nós nos preocuparmos.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Em uma noite.

O que pode acontecer em uma noite? O que pode ser mudado? Ou transformado? O que pode ser criado e recriado? O que pode ser feito ou desfeito? O que pode começar ou terminar? Me pergunto isso, mas que na verdade deveria me perguntar que ação me fará mudar, transfromar, criar e recriar, fazer ou desfazer, começar ou terminar? Nós fazemos nossas vidas, nós tomamos nossas atitudes por meio de nossas ações. Pense nisso!