sábado, 25 de junho de 2011

As diferentes verdades de um fato nada real.

As verdades são múltiplas, as verdades são dúbias, as verdades nem sempre são verdades. Mas cada um de nós possui uma. De fato, nós criamos a nossa verdade de acordo com nossas experiências e pontos de vistas. Elas são produzidas pelos nossos subconscientes, muita das vezes, nem percebidas por nós, simplesmente acreditadas de acordo com o que queremos. Mas será que a sua verdade é a verdade real?
Não existe tolo conceito, Nenhuma é mais certa ou mais errada que a outra. Pode até ser mais coerente ou confusa ao nosso ponto de vista e assim iremos criar o nosso próprio conceito de verdade sobre algum determinado fato. Já foi hora de pensarmos que algo está certo porque achamos que está. Isso vem do orgulho, vem do que queremos acreditar. O número de verdades sobre um fato é equivalente ao número de pessoas que sabem deste.
Existe também aquela verdade acreditada, que é formada por uma mentira, cujo contador gostaria tanto que fosse real que ele mesmo se ilude e engana sua própria consciência para tentar torná-la aceita. Você não tem como provar que não seja uma verdade suprema se não tem o poder de mexer com a consciência do outro. Caso isso aconteça podemos manipular para que a nossa verdade se torne a verdade mais coerente. E é ai que eu quero chegar.
Uma pessoa pode deixar de acreditar na sua verdade para seguir outra, que por persuasão se torna mais convincente. É quando sua consciência é afetada pela verdade do outro ou até por outra ideia que pode por diversos motivos surgir na sua mente. Estes manipuladores podem usar seus dons para o bem ou para o mal. Alguém que pode mudar uma verdade alheia, pode controlar até os atos e a moral destes.
Com isso a verdade se assemelha a um polvo com seus vários tentáculos que seriam as ramificações da verdade e em cada um deles suas inúmeras ventosas seriam cada ponto de vista de um determinado fato, todas flutuando pela imensidão do mar, pela imensidão da coincidência humana.

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