quarta-feira, 13 de abril de 2011

Realidade do terror e ficção do insignificante.

Um dia um amigo me confessou que fazia pouco tempo que ele ainda tinha certa fobia de espíritos, não dormia a noite quando falavam de assombração ou quando via filme de terror. Com isso ele me perguntou minhas fobias. Na mesma hora eu respondi: “tenho muitas fobias. Fobia de pessoas falsas, de pessoas lerdas. Morro de medo de ser assaltado, de que algo de ruim aconteça com a minha família. Tenho pavor da morte, mas não no sentido conotativo de algo maligno que venha me buscar, e sim, no sentido denotativo de perder alguém ou de que tudo acabe antes que eu atinja todos os meus objetivos.
Pra que ter medo de espíritos? Pra que ter medo de ilusões? Pra que ter medo do que não existe se vivemos em um mundo muito pior. Temos tantas coisas reais pra temer, pra que se preocupar com mais uma coisa que inclusive não é, de fato, concreto.
Claro, há pessoas que acreditam no mundo espiritual, não vou me opor a isso. Mas pense comigo: Olhe todos esses filmes ou programas relacionados a terror, você já viu acontecer alguma dessas coisas ou apenas ouviu boatos que isso aconteceu na vida real? Algum espírito já puxou sua perna? E reparem só, ficamos apenas com medo no dia em que vemos o filme, depois esquecemos, então pra que ter medo? Mas agora, todos os dias sinto medo de ser assaltado. Por quê? Porque é uma realidade. Quem aqui já foi assaltado ou conhece alguém que foi? Aposto que muitas pessoas concordaram comigo. Porém, mesmo com esse medo eu não me privo de nada, não vou deixar de sair na rua por medo de ser assaltado e assim vejo que isso não é uma fobia, apenas um temor.
Agora, como já disse no inicio, eu tenho fobia de pessoas. Pessoas falsas, manipuladoras, invejosas e prepotentes. Elas sim me provocam extrema ânsia. Não suporto ficar nem um minuto com alguém desse tipo. Me sinto incomodado, angustiado, irritado, querendo sair dali de qualquer modo. Tenho fobia e medo de coisas reais, do que acontece constantemente no nosso mundo. O que já é muita coisa para nós nos preocuparmos.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Em uma noite.

O que pode acontecer em uma noite? O que pode ser mudado? Ou transformado? O que pode ser criado e recriado? O que pode ser feito ou desfeito? O que pode começar ou terminar? Me pergunto isso, mas que na verdade deveria me perguntar que ação me fará mudar, transfromar, criar e recriar, fazer ou desfazer, começar ou terminar? Nós fazemos nossas vidas, nós tomamos nossas atitudes por meio de nossas ações. Pense nisso!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Até que ponto nós vamos para esconder nossas fraquezas?

Quem gosta de ter fraquezas? Quem gosta de deixar transparecer tais inúteis? Inúteis? Talvez muito importantes, tanto na formação do individuo quando na formação de relacionamentos. Devemos saber controlá-las, manipulá-las ou até libertá-las. O problema é saber a hora certa de fazer tais ações.
Há pessoas que nunca as demonstram e, com isso, fazem de tudo para se auto-proteger, mesmo que essa proteção possa atingir outras pessoas. De fato, talvez as outras pessoas não existam, o que tem que valer é o seu próprio bem estar. Mas será que é isso mesmo? Muitas vezes ferimos a quem amamos, ferimos a quem não devemos, para ver se a culpa não é toda nossa, sendo que o que fazemos é cada vez mais nos afundarmos no erro.
Guiados pela nossa fraqueza tomamos atitudes erradas, fazemos o que não devemos ou simplesmente não fazemos o que devemos. Tenho certeza que 90% das coisas que fazemos em momentos de fraqueza são motivos de arrependimento. Aqueles instigados pelo ciúmes, inveja, ódio, vingança, entre outros. Daí vem outro principio, o de reconhecer ou o de continuar a vida. Uns reconhecem, tentam concertar seus erros, outros somente seguem em frente, pois pior do que ser fraco é reconhecer tal.
O cômico, é que a maioria dessas situações poderiam ser, de antemão, resolvidas, provavelmente com uma conversa ou com um simples olhar. Mas com isso vem o impulso, a fraqueza nos leva a isso. Leva-nos a fazer algo sem pensarmos nas conseqüências, sem pararmos para orientar-nos e simplesmente observar o melhor caminho. Contudo, basta você controlá-la, ou não, para que talvez não cometa mais um erro. Conseguem entender?